Por onde começar? Essa é a pergunta que ninguém sabe a resposta, mas quando sabemos da nossa compulsão, dos nossos momentos em que chutamos o balde e deixamos a preocupação para um momento adiante, o ideal é que saibamos começar exatamente neste ponto.
Me dar conta que quando acabo bebendo além do limite, me esqueço da responsabilidade com o dinheiro faz com que eu procure alternativa firme para começar a mudar tal situação. Deixar o cartão de crédito em casa e também não andar com o celular talvez seja a primeira saída, já que sem acesso ao dinheiro, acaba-se a possibilidade de acabar gastando desenfreadamente.
Preciso compreender que o cartão de crédito não é meu amigo. Que aquele limite não é um dinheiro que eu tenho, tão pouco uma sobra, o banco vai me cobrar aquele empréstimo com o maior juros possível. Se o banco fosse seu amigo, ele depositava o dinheiro na sua conta!
Aos poucos, sinto que em algum momento vou conseguir resolver todos os problemas financeiros que eu conquistei, porque foram todos responsabilidade minha. Melhor, da minha irresponsabilidade.
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