Como na versão original, durante a temporada, o primeiro orfanato Raio de Luz foi fechado e reaberto em uma nova mansão. Em comparação, em relação a trama original, diversas histórias mais pesadas e melodramáticas foram cortadas e além disso, diversos pontos da história foram suavizados. A segunda temporada termina com o reencontro de Mili e sua mãe e a saída definitiva do personagem da trama.
Carla Diaz era a rainha dos comerciais na década de 1990. Desde os 2 anos, a atriz estrelou inúmeras campanhas publicitárias. E o anúncio de uma boneca palhacinha acabou despertando a atenção dos argentinos e foi decisivo para que insistissem em sua presença no elenco. Carla já afirmou que o convite para a novela não foi aceito de primeira. “Não fiz teste para fazer Chiquititas!".
Cris Morena, a criadora da novela, viu a pequena Carla em um comercial e falou: "Eu quero essa menina para fazer a minha Maria". Ela comentou isso no SBT e conseguiram localiza-lá facilmente porque a mesma tinha feito a novela Éramos Seis na emissora. Carla continua: "Quando eles entraram em contato com a minha mãe, ela disse: ‘Não!’. Teria que mudar para a Argentina e ela não planejava isso para nós. Mais para frente, me chamaram novamente e aí, sim, ela resolveu dar atenção ao convite. Posso dizer que o convite para Chiquititas bateu duas vezes na minha porta”.
Uma curiosidade vem sobre a cor do uniforme usado no início da novela. O primeiro uniforme das Chiquititas era verde. O que pouca gente imagina é que a cor foi escolhida com referência na bandeira do Brasil. "O uniforme da primeira fase das Chiquititas argentinas era azul celeste e branco, exatamente como a bandeira da Argentina. O nosso foi alterado para verde e branco, fazendo referência à bandeira brasileira", diz Ana Olívia. Ao longo das cinco temporadas, as chiquititas tiveram sete modelos de uniformes. A única a usar todos eles foi Aretha Oliveira, a chiquitita Pata.
