Nada é permanente; o mantra para superar o fim de um relacionamento



 No momento em que eu entendi que nada é permanente, se tornou muito mais fácil superar o fim de um relacionamento. Por mais que existam momentos em que eu me pegue pensando naquele alguém e em todos os momentos em que estivemos juntos, isso não significa que eu ainda queira aquela pessoa, assim como sentimos saudades de algum momento passado da nossa vida, mas conseguimos compreender que acabou.

 Em algum momento, deixamos de ser criança, deixamos de ser adolescente, deixamos de morar com nossos pais. Essas transformações são naturais da vida humana, tudo muda o tempo todo e repetindo mais uma vez: Nada é permanente! Devemos aproveitar cada momento que estamos vivendo. Infelizmente, não é todo mundo que consegue ter essa oportunidade de abrir a mente e compreender que o que vale a pena é o nosso presente.

 O passado e o futuro são importantes, mas quando esquecemos do presente e focamos no que já se foi ou no que está por vir, perdemos o controle, perdemos o tempo e o pior de tudo, acabamos nos perdendo. Não conseguir superar aquele namoro te impede de voltar a sonhar, porque você vai continuar insistindo em uma relação que não existe mais. Claro que é difícil recomeçar, se refazer e voltar ao início, mas não existe o controle, você não sabe do dia de amanhã.

 Se o que passou não volta e se o futuro é um mistério, pra que a gente vai se engessar ou tentar controlar o que não existe? É tão simples compreender que a vida é o agora. Se tivermos que recomeçar, então é o que faremos. Não importa o quanto tenha sido bom estar com aquela pessoa ontem, hoje é um novo dia. O que podemos fazer por nós mesmo? Será que desgastar o que restou é uma boa saída? Será que não podemos ser melhores?

 Sabendo que um dia tudo acaba, cuidado para não deixar de acreditar no amor, porque mesmo que nada seja permanente, é essencial que continuemos vivendo, que continuemos tendo a melhor história de amor possível. Porque o importante não é que as coisas terminem, e sim que elas tenham existido. Isso é o que realmente vale a pena.